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1º dia | Quinta-feira | Circuito Puerto Iguazú


Por que não levei um chapéu?

Nossa primeira foto em Foz
Desembarcamos em Foz no horário previsto: 11:10. Um amigo estava nos esperando lá e nos fez a gentileza de nos levar até o hotel. Saímos do aeroporto e pegamos a tal avenida das cataratas. É um bom pedacinho de chão até chegar ao centro de Foz, 13 km... durante todo o percurso a única coisa que consegui pensar é em como Foz se parece com Macapá-AP, o clima da cidade, essa mistura de natureza e casas... essa sensação de vida tranquila é igualzinha a sensação que tenho de Macapá, a diferença é que Macapá tem um trânsito mais agitado.


Descemos no hotel com a intenção de deixar as malas no guarda volume e ir almoçar, mas o atendente disse que mesmo o chek-in sendo feito só as 14:00, que nós já podíamos usar nosso quarto (fomos em baixa temporada). Ficamos satisfeitos com isso. Mal deixamos as malas lá e partimos para o almoço.

Fomos almoçar no Muffato, uma rede de supermercados com restaurante espalhados por vários pontos de Foz. O que almoçamos fica do lado da estação de ônibus.

Sou fã dessa galera, faço propaganda de graça!
O almoço é self-service, o quilo custa R$ 26,90, meu prato deu R$ 10,00 e o do Bruno foi de R$ 19,00. Para acompanhar, compramos uma garrafinha de suco 1L por R$ 8,50, como não bebemos tudo, levamos o resto para o hotel.

Ainda no Muffato, fizemos umas comprinhas para abastecer nosso frigobar e mochila. Recomendo muito comprar isotônicos.

Tomamos um banho rápido no hotel e fomos para o complexo Foz do Iguaçu Park Show. Como temos carteirinha de estudante, e queríamos visitar todas as atrações, compramos o combo de ingressos que saiu por R$ 60,00 cada (para não-estudantes é R$ 90,00). O ônibus 120 para exatamente em frente ao complexo.

 Fomos primeiro para o museu de cera.

ET
O museu tem vários cômodos e em cada cômodo vários cenários. As celebridades estavam agrupadas por ramo de atuação. No começo estávamos meio envergonhados de tirar foto, principalmente porque os personagens estavam muito distantes, separados do público por uma faixa de contenção, mas aos poucos fomos nos soltando.
Único jeito de chegar perto é pulando a cerca

Dos personagens que tem lá, a cópia que eu achei mais fiel foi o Psy (da música Gangnam Style), desde pequenas sardas na testa, ao fio de cabelo implantado um a um, ou mesmo do suor no rosto, parecia uma pessoa mesmo. 
Eleito por mim o mais parecido
Vejam se esse cara parece com o Mr Bean?
 Dos personagens que não se pareciam nem um pouco com o famoso da vida real, dá pra fazer uma lista enorme: Gisele Bündchen, Beonce, Elvis...

Um ponto super negativo (e estratégico) do museu é a iluminação que é muito escura e você não pode usar flash, pois assim as fotos não ficam boas e você se sente induzido a comprar as fotos dos fotógrafos profissionais. Os únicos locais com boa iluminação eram pontos exclusivos dos fotógrafos profissionais.


Cada foto profissional é R$ 15,00. Assim que o fotografo nos falou o preço eu já respondi: “Não moço, nós somos pobres!”, aí ele disse que fazia a foto por R$ 10,00. Ficamos mais animadinhos e acabamos tirando uma foto com o homem aranha... Mas depois que a viagem acabou, me arrependi muito de não ter tirado foto com a Rainha Elizabeth e com o Papa Francisco. Foram R$ 20,00 mal economizados.


O esquema é assim: se você pagar para tirar foto com o profissional, você pode abraçar as estátuas, beijar, fazer o que quiser. Se não pagar, só pode tirar foto de longe.
Ficamos em torno de 50 minutos no museu de cera, dali fomos ao Maravilhas do mundo (que fica no mesmo prédio.

A iluminação de lá também não é das melhores, no museu de cera, as cores vão mudando o tempo todo, já nas maravilhas, é sempre escuro. Não há serviço de foto profissional (ainda).

As imagens eram pouco interativas, me senti como se estivesse vendo apenas maquetes. Vale a pena o passeio, só se você comprar o combo, porque pagar R$ 40,00 para vir somente neste lugar, acho que não é tão bom negócio assim. Este lugar poderia ser melhor explorado. Ficamos em torno de 25 minutos lá.


Fomos para o Vale dos Dinossauros. Achei lindo, mas se eu fosse criança, ia curtir bem mais. O único ruim é que como é ao ar livre, o sol racha na cabeça (e Foz é uma cidade bem quente)... decidimos terminar o passeio rápido para fugir do sol. Bruno comprou uma garrafinha de agua mineral lá que parece que evaporou.
Leve sua garrafinha porque tem bebedouro lá

Da para fazer fotos bem legais lá, mas os melhores cenários, como já era de se esperar, só pode ser feito pelos profissionais do Vale.

Era um lugar que eu gostaria de ter ficado mais tempo, lido as placas, perguntado mais sobre o mundo dos dinossauros, mas o sol estava realmente muito quente.

Quando for, sugiro ir num dia nublado ou com chapéu e óculos escuro. Porque faz falta isso lá. Ficamos uns 45 minutos, mas dá para gastar mais tempo lá, se as condições estiverem favoráveis e se você estiver com crianças.





Nossa intenção era fazer uma montagem, mas não sabemos nada de photoshop
 
Vem comer minha mão dinossauro


Eu te abençoo...

No complexo tem duas lojinhas de lembranças, todas muito bem detalhadas e muito especificas dos temas locais: famosos, dinossauros e ícones da arquitetura mundial. Não compramos nada lá, e nem sei falar como é o preço de lá. Se alguém for, por favor, nos informe nos comentários.

Duvido que você tem uma selfie com um dinossauro
Pegamos o ônibus em frente ao complexo e fomos para o hotel. Todas as vezes que pegamos essa linha, vimos pessoas com malas vindo ou indo para o aeroporto.

Perdemos um bom tempo no hotel, porque o sol sugou todas as nossas energias. Por esse motivo, não fomos ao IceBar neste dia como estava planejado, pois como Itaipu estava de greve, adiamos o Icebar para substituir o passeio... mas se não tivéssemos uma tarde livre, teríamos dado um jeito de ir esse dia mesmo no bar de gelo.

Pegamos o ônibus para Puerto Iguazú ao lado externo do terminal. Ficamos com medo de ter perdido o último ônibus que vai para a Argentina, mas alguns vendedores disseram que o último saí do terminal as 19:00, então fiquem esperto para não perderem o ônibus e ter ir pagar táxis para ir.

O ônibus aceita tanto o real, como o peso. A passagem custa R$ 4,00. E a rota para Puerto Iguazu é bem rápida (20 minutos).

Durante o trajeto, o ônibus para na Aduana para você se registrar antes de passar a fronteira. Pelas informações que li na internet, eles não aceitavam CNH, mas como eu só tinha levado ela, tentei a sorte e não houve problema algum. O problema veio depois.

Para fazer o registro, tem várias pequenas filas. Entramos em uma fila que tinha um casal que demorou horrores para carimbar o passaporte (opcional), com isso, nós fomos os últimos do ônibus municipal a sair da aduana. Assim que subimos no ônibus descobrimos que o motorista chegou a sair com o veículo sem a gente, mas que alguns passageiros disseram que um casal havia ficado para trás.

Achei muita falta de organização da empresa de ônibus. O mínimo esperado é que o motorista conte quantos passageiros desceram do ônibus e quantos subiram para evitar de deixar alguém para traz.
Me arrependi de não ter tirado meu passaporte antes da viagem para poder ter um carimbinho da Argentina lá.

Descemos no ponto mais próximo da feirinha e esta foi completamente diferente das minhas expectativas sobre o local. Eu imaginava uma feira enorme, cheia de pessoas e barracas e tal, mas a verdade é que é uma rua aconchegante, cheio de lojinhas vendendo comida artesanal. Mas uma pequena rua, algo de um quarteirão.


"Barraca" da feirinha
Compramos as famosas azeitonas recheadas. Pedimos para o vendedor colocar um pouco de cada, veio com pimentão, alho, queijo, salaminho, pimenta e tomate seco. Ele colocou no menor pote, que custa R$ 25,00, e embalou de um jeito que eu pensei que poderia só colocar na mala e ir viajar, mas a embalagem deles não é muito boa (apesar de parecer), fomos conferir no hotel e vimos que havia vazado um pouco de azeite.

Inclusive você consegue achar azeitonas mais baratas lá (eu vi numa loja por R$ 18,00), mas estas são feitas no vinagre e nos recomendaram comprar no azeite (duvido que era azeite mesmo srsrsr)

Só um aspecto que achei muito estranho é que você pode experimentar as azeitonas antes de comprar, mas eles não te dão um palitinho para você petiscar, você pega é com a mão mesmo. Se a Anvisa estivesse lá seria capaz de interditar todo mundo. Para nós brasileiros, essa é uma pratica estranha, mas é da cultura local. Comemos sem nojo nenhum.

Logo em seguida fui comprar o tal molho Chimuchurri. Tem o seco (só as ervas) e o de garrafa. Comprei o de garrafa achando que estava fazendo um bom negócio, mas só depois fui descobrir que o que eu comprei (garrafa de 1L por R$ 12,00), era feito com vinagre, e o molho fica bom quando é feito com azeite. Me arrependi de não ter comprado o saquinho de ervas, mas bola pra frente.

Em frente as lojas tinham um vendedor de um tal pente anti-estático. Bruno comprou um kit por R$ 10,00, mas comprou só por curiosidade, sem muita expectativa, e ele estava certo, pelo menos na nossa opinião ele é apenas um pente comum. Mas vale a comprar como lembrança.

Ainda na ferinha fomos numa “barraca” comer a tal da empanada (frita)... como ainda íamos comer o Bife de Chorizo, compramos só uma de carne para experimentar, até porque achamos que tinha o mesmo gosto de um pastel comum brasileiro, mas a massa dela é bem diferente. Vale muito a pena experimentar, principalmente porque não tem vento dentro. No local que comprarmos custou 10 pesos (R$ 2,50).

Comprinhas na Capriccio
Nota: Esse foi o único lugar que vimos os preços em peso, porque a maioria das lojas esta com o preço em real.

Todos os vendedores foram muito atenciosos.

Descemos a rua e fomos na Capriccio (Av Misiones, nº 212). É uma loja bem discreta, mas com um atendimento excelente. Soube que os produtos de lá são um pouco mais caros que em outros locais próximos, mas vale pagar essa diferença (que é pequena) devido a excelência no atendimento. Com exceção dos vinhos e das coisas que não estão prontas para o consumo, você pode degustar de tudo e o vendedor é muito amável.

Compramos uma caixa de alfajor El Tobiano com 24 unidades por 120 pesos (R$ 30,00) e duas caixa de Alfajor da Guolis com 6 unidades por 112 pesos (R$ 31,00) cada.

Compramos o El tobiano porque gostamos muito do sabor e o preço era bem acessível (cada unidade saiu por R$ 1,25). Na caixa vem alfajores com cobertura de chocolate e sem cobertura, eu gostei mais dos sem cobertura. Mas depois da viagem descobrimos um porém: o alfajor que compramos não estava tão macio quanto o que provamos. O bruno conferiu a validade e viu que faltava um mês para vencer, não sabemos se é isso que influenciou a qualidade do alfajor, mas de toda forma, continuo recomendando esse alfajor, apenas abra a caixa e confira a data de validade.

Quanto a Guolis, cada unidade saiu por R$ 5,15, achamos caro, mas é uma delícia! A caixa vem com seis sabores diferentes. Mas nem me lembro de quais eu gostei mais.

Queríamos ter provado os alfajores da Havana (que é a marca mais famosa) e da milka (que foi uma marca muito criticada por nossos amigos, aí despertou a curiosidade), mas não tinha nessa loja.

Bruno comprou um chimichurri no azeite lá, que não lembramos o preço ao certo, mas deve ter sido uns R$ 15,00, e não era tão gosto assim e não era nem um pouco parecido com a receita tradicional.

Bife de chorizo é bão!
Saímos de lá e fomos num restaurante próximo chamado Crocante. Como o Bruno já conhecia o Bife de Chorizo tradicional, pedimos o Bife de Chorizo Argente, que é feito com molho Malbec e acompanhado de arroz. O Prato para duas pessoas custa 160 pesos (R$ 40,00).

Pedimos uma Quilmes (R$ 9,00), que é a cerveja nacional, para acompanhar. O jantar foi uma delícia, uma das melhores carnes que já provei, (até esse momento estava encantada com o prato, mas quando voltamos a segunda vez,  não foi tão bom assim). Pedimos a conta que veio com uma taxa de serviço/gorjeta fixa de R$ 8,00. Achamos que foi um jantar muito satisfatório.

Dividimos um taxi com outros turistas que iam até o Icebar, enquanto nosso destino era o Cassino. O taxista nos cobrou R$ 50,00 (éramos 5 pessoas), como as meninas já tinha fechado com ele, nós fomos com esse taxista mesmo, mas já sabíamos que ele estava nos cobrando um pouco acima do valor normal, mas não valia a pena discutir por isso.

Chegamos no cassino e deixamos nossas compras no guarda volume. A maioria dos funcionários de lá são brasileiros e inclusive a música que toca lá é brasileira. Parecia que estávamos no Brasil.

Entrada do Cassino
O esquema do cassino é mais ou menos assim. Ele te busca no hotel as 20:00 e te leva de volta as 24:00. Você ganha um voucher de 15 reais para gastar nas máquinas de jogos de reais (são diferenciadas por moeda) e ainda ganha dois drinks (bebidas não alcoólicas, cerveja nacional ou whisky nacional). Isso tudo por R$ 20,00 por pessoa. Esse pacote é realizado pela NG Travel. Achamos um bom negócio.

Chegamos lá e fomos brincar um pouquinho. As maquina são mais ou menos assim, você insere os 15 reais, e depois disso não tem mais volta. Só consegue sacar o que você ganhar.

O bruno deve ter ganho uns R$ 9,00 reais. Podíamos ter devolvido esse ticket e ter pego o dinheiro no caixa, mas torramos tudo até o final... Quanto a mim, devo ter ganho uns R$ 5,00 (a sorte não estava do meu lado).

A experiência é válida, mas não dá para entender como as pessoas gastam tudo em cassinos.

Fomos para o bar e ficamos lá tomando nossos drinks. Primeiro pegamos uma latinha de Quilmes, seguida de um chocolate quente, um moccatino e por último um chá. Não queríamos gastar muito dinheiro lá, mas o tempo estava sobrando, fizemos o máximo de hora no bar, até que o Bruno decidiu comprar umas fichas.

Único lugar que pode tirar foto dentro do cassino
Primeiro ele comprou R$ 20,00 em dólar, deu 5 fichas de 1 dólar, que sumiram logo na primeira rodada de roleta, aí descobrimos que tem um caixa mais discreto que as fichas são em peso (para quem quer apenas jogar sem gastar nada e consequentemente, sem ganhar nada, vale muito mais), ele investiu mais um pouco de dinheiro, mas logo as fichas sumiram também. Trouxe um de recordação para meu irmão. Olha ela aí:

Uma hora no cassino é tempo suficiente para se divertir. Mais do que isso, ou você gasta mais dinheiro ou fica entediado.

Duas coisas que me chamaram a atenção no cassino é o cheiro de cigarro, que não era tão forte como eu imaginava, mas que contrastava com as placas de proibido fumar; e os caras mau encarados de quem estava jogando nas roletas.

Obs. Você só pode tirar foto no hall de entrada.

Fomos para o hotel mortos de cansaço.



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