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4º dia | Domingo | City Tour

Feirinha JK
Como era domingo, aproveitamos e passamos na feirinha da JK antes de ir passear. Lá é uma feira de bairro, não há nada de turístico nela. Se o tempo estiver corrido, não compensa ir nela. De lá mesmo pegamos um ônibus em direção ao terminal e fizemos conexão com a linha 103-ala 3.

Fomos em direção ao templo budista. Durante o trajeto o ônibus dá muita volta, mas mesmo se fôssemos de transporte particular, deu para perceber que o templo é bem longe do centro. Se fosse voltar lá, negociaria com um moto táxi para levar, esperar e trazer de volta.

O templo é um lugar bem silencioso, com muitas estátuas no jardim. Fizemos algumas fotos lá e depois entramos no templo. Neste não é permitido fotografar. Ali havia algumas estátuas muito estranhas, cada uma com um significado, mas infelizmente não tinha nenhum guia para nos explicar nada.


Pose padrão dos visitantes


                                       

Havia um segurança paraguaio por lá, para não deixar que as pessoas tirassem foto dentro do tempo, mas ele não sabia explicar nada (mesmo porque não era a função dele), mas também achamos que ele não era muito prestativo na função de segurança dele.

Mudando de assunto: Ficamos sabendo que no Paraguai, o salário médio é muito baixo, então muitos paraguaios vem trabalhar em empregos informais no Brasil ganhando menos que o nosso salário mínimo, mas tendo uma vida melhor que a que teria no país de origem.

Voltando ao assunto... O paraguaio nos informou que na loja de “artesanato” tinham pessoas que sabiam explicar tudo.

Fomos a loja de lembranças e não gostamos do atendimento, são muito frios com todos que vão lá, além disso não falam português, o que tornou tudo mais difícil.



 
Dei uma olhada nos produtos de lá, mas é tudo muito caro. Pensei em comprar um chaveiro, mas ele custava 25 reais, desisti na hora. Bruno comprou uma água (R$ 5,00), mas porque ele estava com muita sede e um caderninho de meditação (esse caderninho custava a contribuição que você quisesse dar/quanto achava que valia).

Aí tivemos um desentendimento. Bruno queria ir embora e eu queria ficar tirando mais fotos (eu amo tirar fotos). Por minha causa perdemos o ônibus, que só passa de 40 em 40 minutos, então tínhamos “combinado” de fazer a vista em meia hora, mas como eu demorei mais que o pretendido, uns 10 minutos (justo eu que sou tão pontual, srsrrsr), tivemos que esperar uns 30 minutos pelo próximo ônibus.

De lá, descemos na Av. JK e fomos para a mesquita. Como era fim de semana, estava fechada.  

Em frente a portaria fica a Almanara que é uma lanchonete árabe. Os preços de lá são relativamente acessíveis. Compramos 16 unidades de doces árabes (nem sabemos quais) e saiu em torno de R$ 17,00.

Ele não deixa ninguém experimentar os doces, porque senão ele vai sair no prejuízo. Mas como já havíamos feito nossas comprinhas, ele nos deixou experimentar dois biscoitos. Parecia biscoitinho de leite muito açucarado com pistache. 

Achei que os doces árabes são muito doces, prefiro um bom brigadeiro, mas valeu pela experiência.


Doces realmente doces
Viajar para Foz é também uma oportunidade para conhecer um pouco mais de religiões pouco difundidas no Brasil. É comum ver mulheres muçulmanas por aqui.
Conseguimos ir num outro dia, por acaso,
mas eu estava de short, então não entrei
Parte interna da Mesquita
 De lá fomos almoçar com nossos amigos na Fábrica do Chopp. Os preços são bem agradáveis (média R$ 13,00).

Como eu não sou fã de arroz com feijão, pedi iscas de tilapia com salada, custou R$ 16,00. Bruno pegou tilapia à parmegiana com arroz, feijão, salada e fritas por R$25,00, não valeu a pena, pois a tilapia à parmegiana nada mais era do que o peixe com uma fatia de presunto e queijo por cima, se fosse pedir o prato normal, sem parmegiana, sairia por R$ 15,00.

#pulaSandy Sai do chão!
Para beber, dividimos uma tulipa de 500ml de chope sabor de cereja (R$ 14,00). Achamos interessante a mistura, existem mais 3 sabores de chope lá: menta, pêssego e groselha.

A garçonete nos explicou que após nós escolhermos a marca do chope, no nosso caso a Amstel (por que não conhecíamos a marca e gostamos de provar coisas novas), eles acrescentariam uma determinada medida de licor. Achei ótima a ideia, um dia vou fazer isso em casa com novos sabores.

Como nossos amigos já haviam almoçado, pediram uma torre de vinho (não sei o preço) que é uma delícia, muito melhor que o chope engarrafado, desceu facinho goela abaixo. Olha que ainda fiquei na dúvida se tomava um suco na Menta Limão ou se ficava tomando chope lá. No final, o Menta Limão ficou para uma próxima.

De lá, eles nos levaram as cataratas para que voássemos de helicóptero, mas advinha, chegamos tarde. Quando estávamos descendo do carro saiu o último voo. O atendente nos disse que se chegasse mais uma pessoa, poderia fechar o voo com 4, o que eu seria perfeito mas não rolou.

Já que estávamos de carro, e aproveitando da boa vontade de nossos amigos, pedimos para nos levarem ao marco brasileiro.
 

O por do sol na fronteira

Não tem muito o que fazer lá... só fomos porque conseguimos carona. Por sorte fomos no horário do pôr-do-sol, que torna a vista mais bonita.  Mas a região aparenta ser um tanto quanto perigosa.


Atualmente ele está bem abandonado, mas parece que há um projeto de revitalização para sair ainda nesse século


De lá, fomos ao duty free na Argentina, mas estava tudo caro, mesmo comprando em pesos. Nós despedimos de nossos amigos e fomos para o bar de gelo.

Do duty free ao bar eram 5 km em linha reta (era na mesma avenida em que estávamos). Perguntamos ao taxista o preço que seria para nos levar ao bar, ele nos cobrou R$ 25,00. Não aceitamos e fomos na aduana ver se alguém queria aceitaria dividir um taxi com a gente. Para nossa sorte, pegamos um táxi vazio que nos cobrou R$ 12,00 reais para o trajeto.

Esse taxista nos informou que o preço para levar de volta ao nosso hotel em Foz seria em torno de R$ 60,00, mas eu achei isso um abuso. Decidimos tentar a sorte e procurar um casal para dividir o taxi de volta com a gente. Mas a sorte estava do nosso lado, conseguimos carona com um casal (jornalistas da RDC, uma empresa local da rede globo) que mora em Foz (na verdade, só o rapaz morava lá) e eles disseram que bastava apenas que a gente ajudasse na gasolina.

A entrada do bar é bem bonitinha, mas esquecemos de tirar foto ali. Ficamos esperando até dar a hora de iniciar nossa aventura.

Entramos no bar de gelo (R$ 50,00). A primeira sala é a temperatura ambiente e é onde nós vestimos o casaco e as luvas. Achei legal que tem casaco infantil também.


De lá fomos a uma sala, para começar a baixar a temperatura aos poucos, lá media uns -5ºC, ficamos uns 3 minutos lá, até que fomos liberados para entrar no bar.

Baixando a temperatura do corpo
É um local pequeno, mas muito interessante. As paredes são revestidas de gelo, há esculturas (que representam a fauna na região) e bancos de gelo, inclusive os copos são de gelo, achei uma experiência única.

Apesar de estar fazendo -10ºC, eu estava super a vontade. O casaco funciona mesmo e é igual aos dos esquimós, esquenta o suficiente para você não sentir frio algum. Eu fui com uma calça de tricô por baixo da calça jeans e acho que foi bom, pois sou muito friorenta, mas se você é calorento, pode ir até de bermuda, porque eu vi pessoas de short e sandália lá e parecia que elas não se importavam tanto assim com o frio.



A duração dentro do bar é de 30 minutos, mas se você quiser pode sair antes disso. Eu vi algumas pessoas saindo antes dos 30, não acho que era por causa do frio e sim porque depois de um tempo não tem muita coisa para fazer lá, nem mesmo tem lugar suficiente para sentar, mas eu e o Bruno aproveitamos até o final.

Pegamos uma bebida e depois fomos dançar. Lá só toca música animada.

As bebidas são liberadas, desde destilados a refrigerante (achei legal que a cerveja não congelava lá), acho que são uns 10 itens no cardápio. Os copos são enormes e feitos de gelo. Fiquei me perguntando como eles lavam os copos após o uso.

Você segura os copos usando luva, mas estas não são tão eficazes quanto os casacos. Depois de segurar o copo pro muito tempo, os dedos ficam doendo, mas é suportável.

Eu estava com receio de pegar a bebida, porque achava que não teria coragem de encostar o copo na boca por ser feito de gelo, mas quando fiz isso, achei muito natural, o corpo já estava acostumado com a temperatura baixa, então era como beber num copo normal.

Essas fotos foram tiradas do celular de um casal que estava no bar, porque o celular do Bruno acabou a bateria.

Você pode tirar fotos a vontade lá, mas novamente, a iluminação é bem ruim, então suas fotos não vão ficar tão boas assim. Lá tem o serviço de foto profissional, que é mais ou menos assim, você tira quantas fotos quiser, se gostar de alguma, você compra no final do passeio por R$ 18,00 (somente dinheiro). Se você não quiser comprar nenhuma, ainda pode tentar a sorte, pois eles colocam as melhores fotos do mês na página do facebook deles. Nós ficamos com medo de tentar a sorte, pagamos e não nos arrependemos. Vale a pena pagar!

Essa foto aqui nós conseguimos no face deles. Vê a qualidade da imagem?






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