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O que fazer em Itaguara


Do meu pequeno conhecimento sobre Itaguara, deixo breve resumo aqui. Como nossa viagem foi apertadinha, só pudemos conhecer o Musa e a Praça, mas... “Itaguara, me aguarde! Eu voltarei”

MUSA | Museu Sagarana: Inaugurado em 2012, o museu é bem pequeninho, mas se sua visita for guiada, você vê o tanto de conhecimento que tem guardado lá. Para quem leu a obra de Guimarães Rosa então, é um prato cheio. Lá tem fotos dos amigos de Guimarães que foram as inspirações de muitos personagens de suas obras.


De longe, o que mais me chamou a atenção no Musa é o painel de Francisco Rivero, pintor cubano (com obras em Cuba, Nigéria, França, Grécia, Rússia, Alemanha e Itaguara). Descobri que tem mais pinturas dele em outras partes da cidade que eu espero poder apreciar um dia (como na Escola Municipal Padre Geraldo Rodrigues Costa e no CRAS).
Obra:   Itaguara - A Beleza Dessa Terra Não Tem Fim.
Rumores dizem que em breve o museu será ampliado e que também ganhará um café e uma loja de souvenir.

Endereço: Rua Mario Lima S/N Praça Antônio Ferreira de Moraes, Centro | Itaguara 35488-000
Horário de funcionamento: Conforme orientado pela guia, a visita deve ser agendada.
Entrada: Gratuita

As fotos não estão das melhores, mas a igreja é linda

Igreja de Nossa Senhora das Dores (1887-1922) | Praça central: Patrimônio de Itaguara, chama atenção por seus tons corais. Fica no centro de Itaguara, rodeada por uma linda praça na qual eu queria ter ficado um tempinho ali comendo pipoca. É um lugar arborizado, com flores (dessas que florescem o ano todo) e seu interior é do tipo: bolo de confeitaria. A arquitetura interna da igreja parece de glacê. Pena que a foto não ficou das melhores.




Cachoeiras da Pataca e do Eldorado: Em Itaguara você pode tomar banho de rio ou de cachoeira. As mais famosas são a da Pataca, localizada a 4 km do centro, na saída para Crucilândia (MG-040). Ela possui uma caída d’água de aproximadamente 3 metros de altura e a trilha é de fácil acesso, inclusive para estacionamento de veículos; e Cachoeira Eldorado, um pouco mais à frente - 5 km do centro – na mesma rodovia. A trilha para chegar às quedas d’água apresenta grau de dificuldade médio.

Ruínas do Engenho Velho (+cachoeira): Em uma área particular, aproximadamente 8 km distante do centro da cidade, existe uma fazenda histórica, da época da escravidão, com diversas ruínas de construções feitas de pedra, inclusive a do moinho, construído pelos escravos. O cenário é imperdível e apresenta uma vegetação exuberante. As ruínas se interagem com a vegetação e paisagem. Possui ainda área de camping e restaurante com aquela comida típica mineira. Se estiver próximo ao horário do almoço, dê um pulo aqui e me conte como é.

Centro de Artesanato Nica Vilela (1990): De algodão ou de lá de ovelha, os tecidos artesanais são os retratos de Itaguara.

Fonte: Pouso & Prosa | Roteiro e artesanato
A tecelagem é bacana não só porque podemos levar um pouco da cultura local para a nossa casa, mas também porque é graças a ela que Itaguara conseguiu conter um pouco do êxodo rural (pois a maioria está indo para as grandes cidades).

Se quer levar alguma lembrança de Itaguara, lhe sugiro uns bons lençóis e fronhas para você se “deitar e se acabar”.

O centro cultural funciona num antigo prédio onde funcionava um presídio. Lugar inusitado a ser visitado, não?

O centro fica na rua Padre G Rodrigues Costa, 40, Bairro dos Dias. Ligue para saber do horário de funcionamento: (37) 3384-1814

Feirinha de Itaguara | Feira Livre da Agricultura Familiar e Artesanato: Graças a contribuição de uma leitora, descobri que aos domingos, Itaguara tem um linda feirinha de produtinhos da roça e de artesanatos. Funciona aos domingos das 6h00 às 13h00, na Rua Mário Lima, em frente o Museu Sagarana.



Pontilhão do Pará dos Vilelas: No Povoado do Pará dos Vilelas (Itaguara) tem uma ponte bonitona que não é bem um ponto turístico, mas é um belo lugar para fotos e para pescar (lá tem muito pescador). Foi construída em meados do século XX. Sua largura só permite a passagem de um veículo por vez. Ela fica na divisa de Itaguara, Carmópolis de Minas e Cláudio e suas águas caminham para o Rio São Francisco.

Conversas de Guimarães. Se ainda couber na sua agenda, caminhe pela atual Rua Padre Gregório. A Farmácia Santa Luzia era ponto de referência para as conversas vespertinas de Guimarães Rosa.

Curiosidade dolorosa: Itaguara, que já fez parte de Itauna, fazia parte também do antigo Arraial da Conquista, um dos primeiros lugares oficiais de Minas Gerais. Antes disso aqui viviam os indios Cataguases que foram dominados por Lourenço Castanho Taques (em 1675) após muito derramar de sangue. E por esse motivo, deu o nome ao arraial. Pela conquista da terra que era dos índios, tanto que antigamente a região se chama “distrito de Nossa Senhora das Dores da Conquista”.

2 comentários:

  1. Na próxima semana irei à Itaguara a trabalho. Obrigada pelas dicas.

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    1. Então volta aqui e conta para a gente como foi a viagem! Vou adorar saber suas impressões pessoais. Bjos

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