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O que fazer em Guapé

Comida perfeita!
A primeira coisa que você precisa fazer em Guapé é comer no Pier Terramare! Eu não costumo mistura atividades de lazer com de alimentação, mas este lugar por isso só já é uma baita atração.


Pier JTR, espaço gastronômico | Terramare Península: Só o fato de você poder escolher entre chegar por terra, água ou ar já é um diferencial e tanto. O cardápio não é muito extenso e seu preço é um pouquito mais elevado, mas vale cada centavo: a gastronomia e o serviço são excelentes.
Para ir de balsa, fique atento aos horários, ela sai todo dia do porto de Guapé as 07, 12, 16 e 20 horas e nos finais de semana e feriadões, tem uma balsa exclusiva da Terramare que sai as 13 e as 20 hrs.  Se você perder a balsa, vai ter que dar a voltar por terra (e é uma grande volta). Qualquer coisa, vocês podem perguntar ao negão: (35) 9 9997 4998 – 9 9942 9842 (wsp).


Atrativos turísticos de Guapé

Guapé tem muita água, relevo e pedra. Então quase todas as atividades turísticas daqui envolve esses três elementos. Pesca, cachoeiras, rapel, paraglider, passeio de barco...

Aqui tem cachoeiras (e cânions lindos) para todo lado. A prefeitura lista três cachoeiras como “estruturadas” (as de Macuco, Paredão e Lobo) e onze como inexploradas (Só fique atento pois a mesma cachoeira pode ter vários nomes diferentes).

Parque Ecológico do Paredão: Este talvez seja o principal ponto turístico da cidade. Tem esse nome porque fica cercado por um paredão natural de pedras formado a partir de uma fenda entre serras. Para quem gosta de aventura, o parque oferece opção de trilhas ecológicas, gaiolas, rapel e escalada, além de três belas cachoeiras de águas bem geladas, além de vários locais para banho ao meio de muito verde e beleza.


No horizonte da foto você enxerga o paredão... Ele é bem grandão mesmo!


Para visitar o parque, é cobrado o valor que considero bem singelo (10 reais). Lá tem uma boa infraestrutura com serviço de restaurante, banheiros, estacionamento e serviço de “limpeza” das áreas verdes.

O almoço gira em torno de 35 reais para self servisse sem balança (O aparador do self-service fica disponível o dia todo), mas você pode levar lanche de casa (na verdade, não pode, mas)... Se você está indo de galera, você pode pegar um quiosque (são todos equipados com churrasqueira e geladeira) que fica no valor de 100 reais a diária. Se quiser acampar, o preço por pessoa é de 35 reais. Cuidado porque aqui não aceitam cartões.

Sobre as cachoeiras, você precisa saber que elas são bem geladas (diferente das águas de Capitólio) todas elas têm uma beleza especial, mas a segunda tem um poço muito bom para nadar e a última tem uma vista incrível para uma parte do lago de furnas, do restante do parque e dos paredões. Vale o esforço de chegar ao topo (eu não cheguei, mas todo mundo disso isso).

Para acessa-las, é o seguinte: a trilha para a primeira cachoeira é bem fácil, da segunda e terceira um grau médio, e para ir de uma a outra, não tem outro jeito, você só consegue ir por uma subida bem íngreme.

Para quem não gosta de som alto, tem que evitar os finais de semana, pois há uma área na entrada do parque que é permitido carros de som. Ainda assim, se você quer tranquilidade no camping, evite ficar nas áreas próximas aos quiosques.

Para saber tudo sobre o parque, você pode entrar em contato com o Tião do Gera, que é um cara bem bacana e que vai saber te explicar tudo. (37) 99003272 / 98143672


Cachoeira do Macuco | Cachoeira do chapadão: A 1 km do Paredão, a cachoeira fica dentro da Pousada do Macuco e tem atrações como tirolesa e piscina para os hospedes. Está fechada para reforma, pois em breve será aberto no local um resort que vamos com certeza visitar!


Poço Silvarão: Próximo a essas cachoeiras tem o poço Silvio Arão (ou Silvarão) que é uma sequência de pequenos poços ótimos para fazer churras e nadar. Não tem infra, mas o local é ótimo, vai por mim. Para chegar lá não tem placa, tem que perguntar aos moradores mesmo.
As pedras de Silvio Arão

Cachoeira do Lobo (com Pista de Motocross): Localizado na comunidade Araúna, a Cachoeira do Lobo não está nos principais passeios da região. A taxa de entrada é de R$25,00 por pessoa. O acesso do restaurante até a cachoeira (300m) é relativamente precário e distante, não indico para crianças. Não é que seja difícil, mas requer certas habilidades, como passar por baixo de pequenas grutas meio as pedras, subir uma escadinha de madeira, andar se segurando em corrimões pelas pedras, mas essa é a parte emocionante do passeio (pelo menos foi isso que eu esquisei). Para quem vai acampar/hospedar, a recepção só funciona até as 19h. Na entrada é possível deixar o almoço encomendado, o valor para duas pessoas sai por volta de R$ 40,00.


Das sem estrutura, a mais famosa é a de Água limpa... as outras eu só vou deixar listado aqui, com os nomes para ajudar a quem precise.

Cachoeira da Água Limpa | Cachoeira Santa Quitéria | Cachoeira da Alegria: bela sequência de cachoeiras e piscinas, com águas super limpas e transparentes, em meio a formação rochosa de Quartzito, popularmente chamada de Pedra Mineira (são Tomé). Durante o trajeto é possível observar pegadas de alguns animais como Emas e Lobos Guará, entre outros da fauna local, bem como é comum observar tucanos sobrevoando.  Próximo a esta região você pode dar a sorte de encontrar com muros de pedras feito por escravos ou mesmo a torre de pedra, que é uma formação rochosa no formato de torre. Só é acessível por barco.
Se vier a este lugar, aproveite e de um pulo Fazenda Água Limpa, que é um casarão do séc XIX que contém objetos de decoração e mobiliário da época, localizada nos municípios de Carmo do Rio Claro e Conceição da Aparecida, MG. Dependendo do pique, aproveite e faça uma pausa na Corredeira da Água Limpa. Eu não puder ir, mas se eu voltar, esta na lista de lugares a serem visitados.

-Cachoeira do Dr. Pedro | Cachoeira do Capão Quente | Cachoeira da Elisa: Essa cachoeira pertence mesmo ao Dr. Pedro. Fica na vila Jacutinga
-Cachoeira do Inferno
-Cachoeira do Garimpo
-Cachoeira do Campestre
-Cachoeira Ponte Santo Hilário
-Cachoeira do José Ivan
-Cachoeira da Andorinha
-Cachoeira da Fazenda

Outros points de Guapé

Como foi relatado, Guapé não é uma cidade muito turística não. Seu forte são as cachoeiras. Mas além destas, você também pode conhecer:

O Bangalô: Como um marco do acontecimento com a antiga Guapé, um bangalô demarca o lugar onde as águas não alcançaram. Este é uma das poucas estruturas não alagadas pela represa e com isso, se tornou um símbolo de resistência do município e se mantém em pé com sua fachada para a nova cidade e a lateral para o Lago de Furnas.


Neste lago eu pesquei algumas vezes quando criança. Bem ali, fica a imagem de São Francisco de Assis, padroeiro da cidade. A seus pés, repousam as ruínas da antiga torre. O santo, com seus olhos virados para a nova Guapé, segundo dizem os moradores, simboliza que, enfim, Guapé flutuou, e não se afundou. Com a seca de 2012, parte das ruínas de matriz estão visíveis para quem quiser conferir.

Diante de tanta história, aproveite para ir conhecer o Sino da Velha Matriz de São Francisco de Assis – Exposto no pátio da Casa paroquial, que fica próximo à rádio da cidade.

Ipê Campestre Clube de Guapé:  Situado as margens do lago, o clube foi criado pelos próprios guapeenses e está cada vez melhor... Piscina aquecida, quadras, academia, bares, campos de futebol, parques infantis e os adoráveis quiosques as margens do lago (super requisitados). A entrada varia de R$25,00 a R$30,00 dependendo do dia da semana e você só pode entrar acompanhado de um sócio. Bom, eu fui e gostei demais. Minha sugestão para diretores é que coloquem serviço de jet ski e de barco.
As margens de Furnas

Pesqueiro do Tomba: Fui lá certa vez numa viagem passada, é um lugar bacana de ir, mas até onde sei, não é bem um lugar que as pessoas vão para pescar. É um lugar onde acontece festivais locais com comida boa (um peixinho frito).

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